Vereadores lutam para que a Policlínica fique ainda mais perto de Capim Grosso

Na sessão desta segunda feira, 19, os edis trataram sobre reuniões com o Governador da Bahia e vereadores de toda a região, a qual ocorrerá nesta terça-feira em Senhor do Bonfim para discutirem a construção da Policlínica, e ainda criticaram a forma de atendimento da Regulação da Saúde do Estado.

Palavra do Presidente - Bruno Vitor convidou os pares da Casa para o próximo dia 13 em Jacobina participarem de uma reunião com 19 prefeitos e 230 vereadores, junto ao coordenador das policlínicas, no intuito de debaterem o assunto. Disse que cidades como Serrolândia, Várzea do Poço, São José, Mairi, Várzea da Roça, Quixabeira e Gavião estarão participando. Falou também sobre a ampliação do prédio escolar da comunidade de Camboeiros, pois a cada três meses precisa ser reformado por conta de vândalos, pedindo ainda a construção de um muro no colégio do KM 12. Disse que a Casa tem cobrado da gestão sem olhar a questão do grupo, “o vereador da situação às vezes cobra até mais do que a oposição, os onze vereadores têm feito o papel de fiscalizar”, adiantou. “Médicos não querem fazer cirurgia sem suporte ao menos de uma Unidade de Tratamento Semi-Intensiva”, completou. “Em breve sai mais um convênio com mais uma clínica para ultrassom”, informou. Explicou que o poder do vereador é limitado e que a Casa tem feito sua parte em relação a requerimentos e indicações. “Somos para-choques da população, e o celular do vereador não é desligado, não vou aceitar que essa Câmara seja colocada no mesmo caldeirão de políticos corruptos”, finalizou.

Samoel Moto Táxi – Disse estar revoltado assistindo matérias de políticas ao Brasil, o que a Veja trouxe para cada um é uma vergonha e é vergonhoso chegar em alguns lugares e dizer que é político, pois os que nos representam lá em cima é uma roubalheira. Repudio a corrupção e os que apoiam siglas partidárias envolvidas. “Se as Câmaras de Vereadores do Brasil não começarem abrir os olhos para uma fiscalização ampla, o povo vai continuar sofrendo”, disse. “Estamos passando por momentos difíceis, o povo não aguentam mais sofrer, os municípios ficaram com braços cruzados esperando pelo governo que às vezes não se mexe, é duro ver pessoas morrerem em leitos de hospitais”. O edil complementou que a cada semana a regulação da morte mata uma pessoa e agora tem mais de 15 mil pessoas na fila, com os municípios não podendo esperar apenas pelo Governo. “Pequenas cirurgias que precisam sair correndo para fora, isso deixa a gente indignado, revoltante ver coisas sem necessidade”, disse. Comentou ainda sobre a necessidade de parar com a política arcaica de favorecimento e quem não tem apadrinhamento fica à mingua e morrendo. Denunciou que imóveis alugados no município sem necessidade dá para contratar no mínimo seis especialistas para atender a necessidade do povo, “mas não tem coragem de cortar por medo de romper do grupo e se as Câmaras não resolverem isso, o Brasil não precisa de Câmara, fiscalizar mesmo e é dever e obrigação forçar que o benefício chegue para o povo, pois ninguém aguenta mais”. “É só engavetando ofício e o povo sofrendo, se continuar dessa forma tem que baixar a porta do legislativo do Brasil”, relatou. “Estou investigando algo que vai ser bomba, se for verdade vou soltar aqui”, disse. “Os municípios deixando acontecer da mesma forma que acontece lá em cima, é porque a operação ainda não chegou nos municípios, quando chegar o chicote vai estalar em muitos prefeitos”, concluiu.

Jamber Dantas – Iniciou falando sobre saúde e concordou que a regulação vem castigando as famílias de Capim Grosso e todo estado, e uma pessoa conhecida passou por problemas e precisou da regulação para resolver, “em Salvador pode não ter os corredores cheios, mas o povo está morrendo no interior aguardando pela regulação”, completou. “O que cabe a nós é cobrar do poder municipal aquilo que se pode fazer”. Comentou que cobrou sobre mamografia, eletrocardiograma, ecocardiograma e que esses serviços já estão funcionando normalmente, com a mamografia após o período de São João. Pediu a recuperação do aparelho desfibrilador que pode salvar vidas. Solicitou providências no tocante à acessibilidade dos cadeirantes no período festivo.

 

Arivelton Mota - Informou sobre o requerimento nº 44/2017 onde pede à Prefeita e ao Secretário de Urbanismo, sempre que precisar, convocar um coveiro da sede para que se faça o serviço em Caiçara, pois não tem necessidade de contratar um coveiro para trabalhar direto no local.

 

 Antonio Martinho – Agradeceu à gestão municipal pelo início do programa Mais Educação, onde foi identificado uma falha, onde na escola haveria a prática de esportes e deveria ter feito um local adequado, e depois da solicitação foi feita a limpeza da área. Na Escola Ruy Barbosa, na comunidade de Junquinho, também aproveitou a oportunidade para informar que a mesma escola, igualmente a Justiniano Pinto da Silva, situado no Lajedo, estão com os padrões de energia trincando, sendo necessário a presença dos responsáveis pelos setor para resolver, pois pode causar problemas maiores. No Mais Educação, existem mediadores que não estão com a qualificação devida. Pessoas que devem trabalhar são dos cursos de matemática e pedagogia e pessoas foram até a faculdade preencheram a ficha de inscrição e entregaram, o secretario se diz inocente da situação, mas informou que não vai concordar com essa prática. “A informação chegou para mim que os mediadores devem estar cursando ou ter concluído a faculdade”, disse. Sobre o Consórcio Público de Saúde, demorou de tomar providências, pois a gente ver Policlínicas já funcionando e a nossa ainda está em processo de discussão, a sociedade e os poderes estão em movimentos e isso é um avanço para todos. Foi procurado pela comunidade do Rio do Peixe, pois estão desesperados com o canal que está sendo aberto por as lagoas, para saber se o impacto será grande com o esgoto.

Nanal Vilas Boas - O que vemos são pessoas de baixa renda que se dirige à prefeitura para pedir um caminhão de entulho e recebe um não. Os proprietário de grande renda para aterrar os seus bens e que faz a negociação com a empresa que ganhou a licitação, e o que eu não concordo é que essa negociação seja feita exclusivamente com a empresa. No requerimento pede que 30% desse entulho seja doado de forma gratuita para pessoas de baixa renda e 70% seja taxada onde o interessado se desloque para o setor tributário e pague a taxa, o que não podemos permitir é que pessoas com alta renda sejam beneficiados com o entulho e em consonância com o plano diretor, “quem quer adquirir o entulho pague por ele”, falou. Requereu que o Departamento de Cultura comece a promover teatro nos bairros, com a AEC-TEA que deve ser remunerada pelo trabalho e a gestora se comprometeu em discutir com a instituição e o Departamento de Cultura. “Sempre tenho batido e elogiado a gestão pública pelo trabalho cotidiano e de rotina, mas Capim Grosso não pode pensar apenas nas colocações do dia a dia, sendo necessário situar- se nas iniciativas e novas ações pois requer esse apreço”, comentou. O edil pediu que os Legisladores passem a conhecer melhor Capim Grosso, em uma população de 32 mil habitantes em um eixo rodoviário, abastecido por duas barragens, que são fatos geográficos e o abstrato que roga pelas ações que continuam paradas, ai se fala na cultura que precisa ser discutida com mais ênfase e o terceiro setor, sendo um dos município mais ricos nessa área. Um exemplo do terceiro setor é da ACAPA que defende um local para proteger os animais. Vamos ver se a nova Secretaria de Planejamento de fato arregará as mangas e dará atenção aos requerimentos que precisam ser agraciados e discutidos. Antes era o tríplice comando e passa a ser o 4º comando, que ao invés de ajudar o município está emperrando as ações. Que a Secretaria de Finanças se limite à sua superioridade mas não intervenham com o setor tributários e permita que o grupo tão competente desenvolva seu trabalho sobre o olhar do chefe do setor de tributos.

Nem da Pastoral – Disse que a Secretaria de Planejamento não seja apenas para gerar o emprego de quem está desempregado, a prefeita Lydia deu autonomia para crescer a Secretaria. Repudiou a empresa de transportes São Luiz, onde existe um vídeo que mostra que os ônibus tomam realmente a pista e o outros carros não conseguem passar. Está na hora da Casa usar o poder que tem, dia de segunda-feira está um absurdo, precisa fazer uma nota de repúdio e provar que está inviável ali. Informou que, segundo a prefeita Lydia, vai ampliar o colégio Viola, no Bairro Jardim Formosa. Parabenizou à gestão por fazer o São João, que mesmo em tempo de crise economizou e vai realizar a festa. Comentou sobre a reunião nessa terça feira, 20, em Senhor do Bonfim, junto ao Governador

 

ASCOM: Câmara Municipal de Vereadores