Vereadores iniciam trabalhos do ano de 2020

O Presidente Bruno Vitor, externou sentimentos o jovem Rodrigo dos Santos Nascimento, filho da Conselheira Tutelar Valdirene: “A todos os familiares, todos desta casa externam votos de pesar. E também para o Sr. Moisés Gonçalves, irmão do ex-vereador Antônio de Brás”.

Bruno informou que a máquina já foi consertada e amanhã já estará fazendo o patrolamento das estradas vicinais do município.

O edil comentou sobre a gestão da Dra. Lydia Pinheiro: “Já trabalhei com diversos prefeitos, e posso afirmar que nunca teve uma gestão que trabalhasse tanto como a da Dra. Lydia, sem falar de sua competência. Essa mulher está dando outra cara para Capim Grosso. A Secretaria de Transporte tem uma frota de veículos nunca vista antes. A Secretaria de Educação custeou a merenda das nossas crianças, com recursos próprios, porque gestão anteriores deixaram de fazer prestação de contas. A Secretaria de Agricultura, tem cumprido seu papel. Ninguém mais liga para rádio para reclamar que não tem água na sua cisterna. Quando as coisas apertaram, Dra. Lydia contratou mais carros para colocar água para o povo. A Secretaria de Assistência social hoje é a melhor de toda região, reconhecida em Brasília. Na saúde de Capim Grosso seu marido, médico, não deixa o homem do campo vir para fila do posto de saúde, ele vai atender lá. Nossos postos de saúde hoje não são postos para simplesmente tomar uma injeção ou um comprimido, podemos chamar de mini hospitais. Em todos os cantos do nosso município existe uma obra feita por nossa prefeita. Hoje Capim Grosso está no caminho certo, por isso eu digo que tiro o chapéu para a gestão da Dra. Lydia e dou parabéns para essa guerreira que vem conduzindo tão bem a prefeitura”, afirmou Bruno Vitor.

 

 

 

O vereador Jó Queiroz, falou sobre o calçamento da Rua Angelita Queiroz: “Fui cobrado semana passada e a prefeita esteve no local e conversou com algumas pessoas, e sabemos que infelizmente não é fácil, pois sempre tem um ou dois que não entende. Na quinta-feira eu cobrei e a Dra.Lydia já tinha conversando com o engenheiro para marcar uma reunião com a prefeitura, a empresa responsável pela obra e com uma comissão de moradores para dialogar”. A população também cobrou a construção de uma canaleta no início do calcamento: “Para quando chover a agua descer, e já cobrei a empresa, mas até hoje nunca fizeram, mas o povo não pode pagar pela empresa que fez a obra errada”.

O edil informou ainda que a peça que estava quebrada da máquina que faz o patrolamento das estradas da zona rural, já foi trocado.

 

 

 

 O vereador Nanal Vilas Boas, tratou sobre o polêmico calcamento da Rua Angelita Queiroz: “Para termos uma visão logica da situação, basta nos colocarmos no lugar dos moradores. Sabemos também que a água não sobe na sua queda normal, só desce, isso é fato e não entendemos a tamanha brutalidade ou talvez a palavra certa fosse falta de cidadania com o ser humano. De falto fui lá constatar e verifiquei tamanha imprudência, e não é necessário ser engenheiro para ter o conhecimento de que esses moradores sofrerão com as chuvas. O que me chama mais a atenção é dizer que tudo aquilo está sendo construído com o dinheiro público, seja por emeda ou por recursos próprios, mas o dinheiro acaba sendo do povo. Por isso entendo a preocupação dos moradores que de fato queriam parar a obra, com a minha participação e com a de outros vereadores e a rádio comunitária. Sugeri que fosse feito um convite para os engenheiros, para a Secretaria de Obras e a prefeita para a população tirar as dúvidas”.

O edil também cobrou explicações sobre a Rua São Cristóvão: “Ela foi estreitada pela prefeitura, mas é viável que se discuta e escute o povo, afinal a obra é pública e o povo merece explicação”.

O vereador também chamou atenção sobre outro caso que está se agravando: “Um serviço tão essencial que é o trabalho dos garis, antigamente os garis levantavam cinco da manhã para fazer limpeza de algumas ruas, uns se aposentaram, outros já faleceram e ninguém pensou em recrutar mais pessoas para o serviço, como até fazer uma seletiva”.

 

 

O vereador Gilberto Alves, agradeceu a todos da comunidade de Melancias que participaram do bingo beneficente: “Obrigado a todos pelo carinho e pelo trabalho do amigo Tatinha, pelo o excelente trabalho social feito por ele”. O edil informou que esteve no gabinete, com a prefeita e o secretário de obras e cobrou o serviço de capina para os povoados e distrito de Pedras Altas.

 

 

 

 

 

O vereador Jamber Dantas, falou sobre o calçamento do bairro Angelina Queiroz: “As obras devem proporcionar melhorias para os moradores e não tenham dúvidas de que esse é o objetivo da prefeita. Mas diante de tudo que estamos vendo, acredito que a melhor saída é o diálogo entre a gestão, representantes da empresa e principalmente com os moradores”.

Sobre o Projeto de lei que declara a Missa de Vaqueiros e fazendeiros do Distrito de Pedras Altas patrimonial, cultural e imaterial, bem como inclui a mesma no calendário de eventos municipal, disse: “Essa é uma das maiores festas de nosso município, que atrai milhares de pessoas para aquele evento. A gestão acertou quando propôs que esse festejo se torne patrimônio cultural”.

O edil falou sobre o cultivo de Licuri: “Nós sabemos que aqui em Capim Grosso a cooperativa COOPES realiza um trabalho muito importante no extrativismo do Licuri, que tem a frente a senhora Renata da Silva de Jesus, bióloga e funcionária do Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado. Ela recebeu o convite para representar Brasil em um evento proposto pelo Papa Francisco que irá tratar do sustento da economia, na Itália. Renata irá levar para o mundo não só a importância do Licuri, mas também o nome de Capim Grosso”, ressaltou o vereador.

 

 

 

Na última sessão, 02 de março, o vereador Samoel Ferreira falou sobre o Bairro José Mendes de Queiroz: “O bairro foi contemplado com o calçamento de algumas ruas, que é um sonho dos moradores, saírem da lama, mas infelizmente tem algumas situações difíceis de resolver. A empresa que está calçando não ouve ninguém. Levam um investimento de mais de R$450 mil para o bairro, mas as casas estão perdidas, pois o nível do calçamento está fora do padrão das ruas da nossa cidade. Todas as casas vão ter que quebrar telhado ou o forro, ou então estão perdidas. Na primeira chuva, a água já voltou. Então, como se traz um investimento tão alto e com tanto transtorno para a população? No resto da rua, a obra está parada, pois os moradores não aceitaram. Arrancaram todas as árvores, mas quem notificou o Departamento de Meio Ambiente do município fui eu. Não estou dizendo que eu não quero o calçamento, mas queremos uma saída para não perdemos nossas casas”, afirmou o vereador. O edil também comentou sobre o estreitamento da rua, que não condiz com o PDDU aprovado pelos vereadores: “Se deixar da forma que está, é um absurdo e nós vamos ficar no prejuízo”.

 

 

 

ASCOM CMV