Major Luiz Henrique fala sobre segurança pública na Câmara de Vereadores

“O furto em residência é complexo para ser evitado” - Major Luiz Henrique.

Na sessão desta segunda feira, 03, além da presença do Major Luiz Henrique, comandante da 91ª CIPM, a Câmara de Vereadores recebeu o cantor gospel, Pedro Paulo (Pêu), que abriu os trabalhos com hinos de louvores e leu passagens bíblicas, aproveitando para pedir que os vereadores façam um legislativo diferente.

O Presidente da Casa, Bruno Vitor, conduziu os trabalhos, abrindo espaço para a população fazer perguntas e lembrou que o Major Luiz Henrique, sempre atendeu aos pedidos da Câmara quando foi solicitado a comparecer, pediu ainda eficiência da PM em relação à segurança no município.

 

 

Arivelton Mota preferiu se posicionar após a fala do Major.

 

 

 

Jó Queiroz interrogou sobre as providências que serão tomadas em relação aos arrombamentos;

 

 

 

Gilberto Alves informou sobre roubos de celulares no povoado do Peixe, sendo utilizado motocicleta e arma.

 

 

 

Nanal perguntou enquanto o município ainda não tem um local próprio e não sanciona a Lei, o que fazer e propor para defesa de animais.

 

 

 

Jeferson pediu explicações sobre o Pacto pela Vida.

 

 

 

O Vereador Lucas Maciel perguntou qual seria o efetivo policial necessário para manter a ordem, na região coberta pela 91ª CIPM.

 

 

 

O edil Jamber Dantas disse que o legislativo tem a intenção de ajudar na ampliação de câmeras de monitoramento, pois considera o projeto importante.

 

 

 

O legislador Antônio Martinho pediu reforço policial na zona rural e principalmente na fiscalização do mal uso das aguadas, no tocante a pescaria com redes e tarrafas.

 

 

 Samoel Moto Taxi demonstrou sua insatisfação com o Detran que, segundo ele, não faz nada a não ser arrecadar e cobra 45 reais com uma moto apreendida, exposta ao sol e chuva e o cidadão que não tem condição de fazer o emplacamento pagar 45 reais.

 

 

 O Vereador Nem da Pastoral disse que Capim Grosso é um eixo rodoviário que cresce, e assim cresce a violência e a droga, com mais trabalho para a CIPM tentar controlar, sobre a blitz disse que alguns itens que foram multados, fazem parte da cultura da cidade, que precisa ser orientada primeiro.

 

 

O Major Luiz Henrique respondeu que a população tem um sentimento de indignação, mas é um passo para o aperfeiçoamento. Os arrombamentos são difíceis de identificar mesmo com o vídeo monitoramento, pois filma, mas o meliante está com um capacete ou uma toca ninja, por isso, é complexo de ser evitado, nem o morador sabe a hora que vai acontecer, passa despercebido. Disse ainda que o comportamento do ser humano é o que produz violência. Explicou que o Pacto pela Vida é o chamamento da responsabilidade de todos os seguimentos da população como parte obediente, é dever do estado, mas é direito de todos, todos são envolvidos e chamados. É necessário que a população adote procedimentos de segurança patrimonial, como não deixar a chave na ignição, nem a porta aberta e nem andar com o celular exposto, assim não tem como evitar que alguém utilize a força física. Adiantou que precisa fazer a ocorrência sobre ataque de animais e encontrando provas para que possam agir. Aos reclames da população ressaltou que o Banco do Brasil é uma instituição que tem o seu formato de segurança e que preferiu funcionar até as 16h e não abrir aos fins de semana, para evitar que haja uma explosão da agencia e a cidade fique um ano sem o banco. O Major Luiz Henrique foi categórico enfatizando sempre o uso da Lei, como o olhar da responsabilidade pública, e disse que seria necessário cerca de 180 homens para manter o controle na região, e enfatizou que população participe com denúncias, sendo que tem dois policiais fazendo a segurança do quartel e vigiando as câmeras de segurança espalhadas na cidade. Disse ainda que a guarda municipal são agentes necessários para ajudar em rondas, tem seu papel útil, e principalmente na questão de fiscalizar as aguadas na zona rural e também denunciando pessoas suspeitas. O usuário da via tem ferimento de acidente, registrado e direcionado ao sistema que o Detran tem acesso, “se o acidente aumenta o Detran precisa apurar”, disse. Pegamos arma de fogo e 400 gramas de maconha, através da blitz, o alvo das abordagens. “Policiais precisam identificar a situação para depois proceder com as atitudes corretas, enquanto isso, preservar a segurança e garantir a segurança do outro”, concluiu. Também respondeu questionamentos da população.

 

ASCOM: Câmara de Vereadores

 

 

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