Capim Grosso: vereadores fazem cobrança para melhorar o município

 

Em todas as sessões ordinárias, a participação popular aumenta cada vez mais, inclusive com o espaço aberto para uso da tribuna, com o pedido feito previamente. Nessa sessão, o popular que usou a tribuna foi Osvaldo Rios, conhecido como Corró. O vice-prefeito de Capim Grosso, Frank Neto, também fez uso da tribuna e elogiou o legislativo.


Osvaldo Rios – Utilizou da palavra e disse que há mais de trinta anos vota em Capim Grosso e que as coisas estão deixando a desejar. Chamou a atenção sobre obras não acabadas. Reclamou que a chamada Casa do Juiz e o antigo Correio estão abandonados, e ninguém sabe o que vai fazer. Também pediu a retirada do Ponto de ônibus da empresa São Luiz do centro da cidade.

 

 Vice-prefeito Frank Neto - Disse que a população acertou nas escolhas, pois são vereadores autênticos de características diferentes, que montam um conjunto definido como uma verdadeira seleção. Comentou que Capim Grosso está muito bem representada e é privilegio para ele fazer parte do Executivo. Argumentou que a prefeita tem se empenhado todos os dias para oferecer o melhor à comunidade, sensível as necessidade e as dificuldades que enfrentam, sendo determinada no momento de decidir e escolher o que tem que ser feito em determinados momentos e situações, com uma gestão que irá apresentar resultados. “Todos os vereadores contribuem para a melhorias da gestão, o meu papel é um coadjuvante que opina e agradeço a oportunidade de contribuir na gestão”. Disse que a administração se preocupa com resultados oferecidos e tem limitações principalmente relacionadas ao tempo, apesar de ser uma continuidade a burocracia impõe isso, principalmente nas licitações.

Palavra do Presidente – Bruno Vitor, Explicou que não houve reforma na marquise da Câmara de Vereadores, apenas a parte interna de móveis e cadeiras e eletricidade. “Logo em breve em questão de dois ou três dias estará liberada, é nossa responsabilidade cuidar do dinheiro público e a prefeitura liberou o pedreiro para fazer a retirada”, informou. Disse que esteve em reunião com a UVB (União de Vereadores da Bahia), para buscar benefícios e parcerias para municípios, “essa mesma vontade de trazer uma policlínica outras dezenove cidades também tem”. Comentou que tem o DISEP em Capim Grosso e na cidade as vezes acontecem pequenos furtos e que outras cidades estão piores, a exemplo de um banco que explodiram em Maíri. Sinalizou a reforma do colégio Otaviano Ferreira. Informou que em breve o Executivo estará divulgando a grade dos festejos juninos.

 

Jó de Josemir – Disse que esteve no Colégio Edvaldo Boaventura e a situação está grave, com piso fofo e rachaduras e segundo informações a prefeita começa a obra em junho, “espero que faça mesmo, pra não acontecer o que aconteceu na gestão passada, que morreu um garoto”. Em conversa com o diretor da Upa pediu que chamasse os médicos para atender melhor o povo, pois o papel deles é esse e o papel do vereador é cobrar.

 

 Jefferson Ferreira – Falou sobre a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias), para 2018, que os vereadores possam aprovar, pois sem ela o município não anda. Disse que o papel do vereador buscar melhorias para o município. Informou que esteve com a Professora Socorro e que a Prefeita garantiu uma obra estruturante, para resolver os problemas do Colégio Edvaldo Boaventura. Comentou sobre a próxima sexta feira, 28, onde as populações estará nas ruas contra a PEC da Reforma da Previdência, que retira direitos da classe trabalhadora, dos professores, policias, trabalhadores rurais e cidadãos, pois quem não luta pelos seus direitos recebe o direito que é imposto. Falou que o momento que tira os professores da reforma e eles não vão à luta enfraquecem a corrente, então nenhum direito a menos.

 Lucas Maciel – “Disse que está acontecendo um problema grave no município, “quando um vereador da situação faz um requerimento e um da oposição sub escreve, quando o jornal Folha Regional, publica uma matéria duas vezes no ano é porque é grave, a buraqueira no Contorno de São José”, denunciou. “Vai precisar queimar pneu ou ter uma vítima fatal?”, interrogou. “A obrigação da Prefeitura é ter um olhar e arrumar a parte, se o Legislativo não tiver força para pedir que resolva a situação pode fechar as portas”. “A prefeitura trabalha em macha lenta e passo de tartaruga, Martinho Lutero reformador da Igreja Católica disse a verdade a cima de tudo, e não vou usar um mandato para mentir, e os pipeiros que colocam água no programa do exército, disseram que estava prestas a ser cancelado, às pessoas iriam ficar sem água, pois o secretário de agricultura não atende o telefone e não dá as caras, o povo não pode sofrer por causa de um secretário”, relatou. “Capim grosso não é a mesma cidade de 20 anos atrás, está em pleno desenvolvimento, não é mais tempo de secretario dormir. “É muito simples resolver o problema de Capim Grosso, só basta querer”, finalizou.

Gilberto Alves - Pediu requerimento verbal ao Secretário de Agricultura a roçagem da estrada do Pau D’arco a São Felix. Cobrou a Secretaria de Obra e urbanismo, mais uma vez a reforma o Ponto de ônibus da comunidade de Melancias e a poda de árvores do povoado do Peixe, pois está precisando, e ainda disse que tem esgoto a céu aberto na Rua Jacobina. Também pediu agilidade na limpeza de aguadas.

 

 Samoel Moto Taxi - Disse que o poder de caneta do vereador é pouco e o Executivo faz vistas grossas em relação aos requerimentos apresentados. Disse que tem o sonho de ver pelo menos uma rua calçada do Bairro José Mendes, a Angelita de Queiroz, que foi prometida dizendo que iriam calçar e ficou em promessa de campanha, “muitas vezes os vereadores que vem cobrar é criticado por acham que a gente cobra muito e fala asneira e quero saber qual é a função do vereador, se é cair no esquecimento, deixar o prefeito passar quatro anos tapeando e o vereador é eleito para que se não for para cobrar? Se não pode, fecha as Câmaras de todo Brasil, aqui toda época de campanha tem uma piada, em 2012 tapearam os contornos com mandacaru e capim, 2015 botaram chapada, mandacaru e capim, começaram as obras que agora estão paradas e as que foram finalizadas o mato está tomando conta”, lembrou. “A cidade cresce e somos a cidade mãe, às circunvizinhas vêm comprar em nosso comercio e não podemos ficar na mesmice, comparando, achando que está bom”, disse. Falou ainda que tem pessoas com problemas de saúde e que precisam de várias situações, “e achar que está bem?”. “Chegam denúncias em nossos ouvidos e precisamos mostrar a realidade e fui questionado porque não fala do Colégio Modelo, disse que a situação é que não fala o que tem que ser feito, tem que acabar com isso de achar que está em Hollywood, o que tem é andamento do Governo Federal e deixados pela outra gestão”, falou. “Em entrevista na Rádio Transamérica, eu reprovei o mandato da Prefeita, eu já aprovei conta de Sivaldo, pois não faço politicagem e vou denunciar o que está errado e secretário que está ruim entrega o cargo”, pediu. “Enquanto eu estiver no mandato eu irei denunciar as coisas erradas”, adiantou. “Uma vergonha passar quatro anos pedindo um reforma de ponto de ônibus”, disse. Pediu requerimento verbal para melhoramentos de energia na quadra esportiva do jardim Araújo.

Nem da Pastoral - Comentou que o Prefeito Sivaldo Rios passou quatro anos na feira livre e infelizmente não teve nenhuma mudança, e a Prefeita Lydia tem esse compromisso. Pediu ao Setor de Tributos melhorias no local. Reclamou que motoqueiros transitam e podem causar um acidente naquele perímetro. “Há necessidade de uma cobertura do Mercado do Produtor para o Mercado da Farinha e que assim vai organizar e quem vai ganhar são os feirantes e a população e a gestão ficará com moral”, comentou. Informou que fizeram uma vista à cantina central e estava muito organizada, e o cardápio servido diariamente para 5 mil crianças. Comentou sobre a PEC e que o Presidente do Brasil não tem os votos para acabar com o povo, “a reforma tem que ser feita com responsabilidade para não prejudicar as pessoas mais humildes”, declarou. Pediu que as pessoas se dirijam à manifestação, que esqueçam partido e olhem para quem está perto de se aposentar.

Jamber Dantas – Disse que já foi feito o pedido da Casa do juiz para o Naep. Falou que o vereador de situação cobra também e é tão sério como os da oposição, pois sabe o compromisso de cada um. Comentou que fiscalizaram as escolas do município e foi levado até a prefeita a preocupação em relação ao colégio Edvaldo e que realmente a rachadura no muro é preocupante. Também informou sobre a visita a cantina do município. Em relação ao gramado do Estádio Franciscão, solicitou que não recebam como está, pois existem muitas falhas, não está uniforme. “A população merece que todas as obras sejam realizadas com 100% de qualidade”, disse. Adiantou que em relação ao Contorno de São José, em Capim Grosso, cerca de seis toneladas de massa asfáltica e em breve o problema será sanado. Parabenizou o Poder Executivo por em tão pouco tempo atender as demandas. Finalizou pedindo a profissionalização do São João de Capim Grosso, com planejamento e investimentos certos.

Arivelton Mota - Disse que o requerimento que pede o isolamento do terreno da prefeitura na Mata do Estado até o momento não foi atendido, e conversando com moradores foi informado que crianças brincam às margens. Outro requerimento foi sobre a patrolagem também na Mata do Estado, onde a patrol foi enviada mas choveu e não houve condições de realização dos serviços, “agora as máquinas estão passando alguns reparos, tanto a do consórcio como também a do PAC II”, informou. Comentou que esteve atento às palavras dos colegas com requerimentos e indicações louváveis, pois são 11 pessoas comprometidas com o município, com o objetivo de buscar melhorias. Falou que pessoas que criticam no Facebook, com alguns tentando prejudicar a imagem de colegas, que são pessoas sinceras e honestas, indicou que a pessoas que vêm atacando os vereadores nas redes sociais vá em busca de melhorias, junto a seus líderes políticos, pois até agora nada fizeram. “Quem chega a ser vereador é porque o povo quer”, disse. Pediu que os pares da Casa não aceitem a situação, pois tem meios de responder as ofensas. Adiantou que tem requerimento que pede a Secretaria de Agricultura a roçagem nas estradas vicinais do município, e a banca do açude de Caiçara.

Antonio Martinho – Pediu a oficialização do Hino Cívico de Capim Grosso. Falou sobre o edital do processo seletivo de pessoal da comunidade de Lagedo e avisou que os tramites legais começam a acontecer, com uma vaga de emprego para jovens entre 18 e 29 anos, com informática e habilitação, além de ensino médio completo. Disse que a inseminação artificial de animais será prioridade na comunidade. Aproveitou para pedir as pessoas que questionem em especial partidos que não publicaram a decisão como votarão na PEC da Previdência, “somos 11 vereadores de partidos diferentes e podemos provocar para fazer a diferença aos mais pobres”. Informou que o Garantia Safra está sendo pago e relembrou que é uma parcela que chegou tardia em anos anteriores, e mais um ano está desanimado pois a chuva está cada vez mais escassa, “só falamos em plantio de palma”. Informou que esteve na comunidade do Rio do Peixe, onde foi iniciado o Campeonato de Futebol Feminino e a próxima rodada será no Colônia. “A LDO (Lei de Diretrizes Orçamentarias) é um projeto importante, sendo necessário convocar a contadora e a assessoria jurídica para dialogar e se possível conseguir recursos importantes para aquele setor”. Disse que uma pessoa foi maltratada por um motorista de ambulância que a conduzia de Coité para cá, que chegou em uma situação caótica e a família não tem mais a confiança de ir no transporte público.

Nanal Vilas Boas – Comentou sobre os requerimentos de sua autoria, como a transferência da parada de ônibus para o Bairro São Luiz, e também a construção de um calçadinho no Bairro Sacramento. “Não bebo do vinho doce do sensacionalismo oposicionista e nem do liboamento do protecionismo da situação, precisando encarar a realidade de Capim Grosso, e problemas são naturais pelo crescimento, mas é preciso ressaltar que é necessário tomar providências em algumas situações, sair do dia a dia comum para olhares e planos físicos e materiais e a gestão já passou do dia desse olhar, pois existem os meios de prejuízos elementares da sociedade como um todo, e até agora não houve resposta oficial para tal visão, comentou”. “Ninguém defendeu a visão de organização da feira-livre e as secretarias não fazem a junção da finalidade, que se limitou ao setor de tributos e à guarda municipal, as secretarias até prometiam, mas colocavam dificuldades, e o projeto físico arquitetônico até hoje nós temos, mas os setores que defendem a feira livre como Urbanismo e Vigilância Sanitária tomem iniciativa”, criticou. Pediu que a gestão saia do tríplice comum do bate-cabeça para o braço orientador, que de fato analise as proposições declamadas na Casa, todos os requerimentos são com boas intenções, sendo preciso sair do tríplice comando para a realização. Disse ser importante a reforma do Plano Diretor Municipal e em 10 anos Capim Grosso deu um salto amplo e a necessidade de revisão faz – se necessário. Falou que é necessário também ser conhecedor de fato da Lei da Guarda Municipal e do município.

 

 

Fonte: ASCOM Câmara Municipal de Capim Grosso

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