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    Brasil e Mundo

    O madeireiro que derrubava árvores na Amazônia e aprendeu a amar a floresta

    Redação FR NotíciasRedação FR Notícias15 de dezembro de 20243 Minutos de Leitura
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    Ele aprendeu a usar a motosserra aos 11 anos e representava a quarta geração da família a cortar árvores antes mesmo de atingir a maioridade.

    Quando jovem, Brito tinha dificuldade para observar uma bela árvore, que ele sabia que iria produzir madeira de boa qualidade, sem derrubá-la. Ele conta que era doloroso resistir a este impulso, tão difícil quanto parar de fumar.

    Roberto Brito agora usa seu profundo conhecimento da floresta amazônica para guiar turistas pela região — Foto: Michael Dantas/United Nations Foundation via BBC

    Agora, tudo mudou. “Deixamos de pensar no preço e começamos a pensar em [um tipo diferente de] valor”, ele conta.

    “Quando vejo um belo cumaru, por exemplo, com 300 a 400 anos de idade, pouco mais de um metro de diâmetro e 15 a 20 metros de altura, eu ainda toco nele, mas com um pensamento diferente. Quando eu era madeireiro, eu tocava uma árvore como aquela e dizia, ‘vou passar três ou quatro dias trabalhando e ganhar R$ 700 ou R$ 800′”, ele conta

    “Ainda penso em ganhar dinheiro, mas talvez eu possa ganhar os mesmos R$ 700, R$ 800 ou até R$ 1 mil com uma caminhada com 10 pessoas, por exemplo”, afirma. “E percebi que, com a floresta em pé, tenho acesso à educação, tecnologia, um futuro para os jovens que moram aqui e ainda colaboro para a preservação do nosso planeta, em relação às mudanças climáticas.”

    A transição de Brito, de madeireiro a guia turístico, envolveu muitas pessoas da comunidade ribeirinha de Tumbira, no Amazonas — Foto: Michael Dantas/United Nations Foundation

    A transição de Brito, que deixou de cortar a floresta para promover caminhadas na região, foi dramática. Ela exigiu o apoio e a coordenação de incentivos financeiros, sociais e ambientais.

    Sua história mostra que, com a combinação correta de incentivos, usando o conhecimento e as habilidades das pessoas que trabalham em uma indústria extrativa, pode surgir um caminho viável para que algumas pessoas deixem aquela atividade.

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    Nova reserva

    Tumbira – a comunidade ribeirinha onde mora Brito – reúne algumas construções em meio às árvores frondosas.

    Para chegar ao centro do vilarejo, os visitantes sobem uma escada de madeira a partir da beira do rio, enquanto ariranhas colocam suas bocas abertas para fora da água perto dali.

    A Pousada do Garrido é uma pensão com cinco quartos. É a primeira parada para muitas pessoas que chegam a Tumbira pela primeira vez.

    Fonte: G1

    Amazônia Árvores
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