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    Início - Policiais se disfarçam em comunidades digitais para combater crimes contra menores
    Brasil e Mundo

    Policiais se disfarçam em comunidades digitais para combater crimes contra menores

    Redação FR NotíciasRedação FR Notícias7 de abril de 20254 Minutos de Leitura
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    Policiais e promotores de diferentes regiões do país estão se infiltrando em comunidades online — especialmente no Discord — para combater crimes brutais contra menores de idade. Entre as violações mais comuns estão a chantagem com fotos íntimas, indução à automutilação, estupro virtual e incitação ao suicídio.

    Intervenção que pode salvar vidas

    Em uma sala dentro da Secretaria de Segurança Pública, policiais civis monitoram grupos criminosos e, em muitos casos, chegam aos envolvidos quando o crime estava prestes a acontecer – como em um caso de estupro virtual descrito por um dos investigadores.

    “A gente tava infiltrado e houve a explanação de uma menina, e a partir de então a gente começou monitorar a vítima e conseguimos chegar no endereço da mãe. Eu mesmo peguei o telefone, liguei para mãe e a mãe não acreditou”, conta Lisandra Salvariego Colabuono, delegada de polícia.

    “Ela disse ‘não tem nada de errado aqui na minha casa’ e eu disse: tem sim, a senhora vai até o quarto da sua filha, sua filha não está dormindo, sua filha vai ser vítima de um estupro virtual”.

    Os agentes trabalham dia e noite infiltrados nas comunidades no Discord e em outras redes. E também recebem denúncias de ativistas. O núcleo existe desde novembro de 2024.

    “O nosso monitoramento é totalmente passivo, nós funcionamos como observadores digitais”, conta Lisandra Salvariego Colabuono. “Hoje nós temos 92 vítimas de violência salvas. São vítimas que foram agraciadas com o poder de polícia, com a intervenção do estado.”

    A delegada conta, ainda que recentemente a equipe conseguiu impedir um caso de suicídio da mesma forma, ao vivo: “A gente acionou o corpo de bombeiros e a polícia militar”.

    Prisão de abusadores

    Um dos presos, o soldado do exército Luíz Alexandre de Oliveira Lessa, que se intitulava o ‘Hitler da Bahia’ — Foto: Reprodução/TV Globo

    Em novembro, a polícia fez uma operação contra um destes grupos prendeu dois maiores e apreendeu quatro menores de idade. Um dos presos, o soldado do exército Luíz Alexandre de Oliveira Lessa, que se intitulava o ‘Hitler da Bahia’. Eles são investigados por aliciar e assediar crianças e adolescentes, pornografia infantil, induzir a automutilação e suicídio, e organização criminosa, entre outros crimes.

    A defesa de Luíz Alexandre nega veementemente as acusações e diz que ele tem total disposição de colaborar com as autoridades. Já o exército informou que Luíz sofreu diversas punições disciplinares enquanto esteve na corporação e foi excluído do serviço em janeiro.

    Como os pais podem ajudar na experiência digital dos filhos

    💡 Converse com frequência

    Reserve ao menos um momento por semana para dialogar com seu filho sobre o que ele vê e por onde circula na internet.

    “A primeira forma de você se certificar de que seus filhos estão vivendo uma experiência virtual segura, saudável, é você dialogar com seu filho. É você ter pelo menos uma vez na semana uma conversa mínima que seja, para você saber o que é que ele vê, por onde ele circula”, explica Hugo Monteiro Ferreira, professor do Departamento de Educação da Universidade Federal Rural de Pernambuco.

    💡 Reforce cuidados com estranhos no ambiente virtual

    Ensine seus filhos a não interagir com desconhecidos online, da mesma forma que faria no mundo real.

    “A gente tem, inclusive, o hábito de dizer, não converse com estranhos. Essa mesma lógica se aplica para a plataforma Discord, para qualquer relação virtual”, diz o especialista.

    💡Respeite os limites de idade para uso de telas

    Siga as recomendações médicas sobre o uso de dispositivos por crianças e adolescentes.

    “Criança até 7 anos não deve utilizar telas. Essa é uma orientação da Associação Brasileira de Pediatria há muito tempo. Dos 7 aos 13 anos, por exemplo, usar para funções pedagógicas, usar com bastante acompanhamento, sem deixar que seu filho ou sua filha passem a viver uma experiência contínua com as telas. Eu sugiro que liberar mesmo a partir dos 16 anos. Mas liberar mesmo, nesse caso, não significa liberar para tudo”, explica Hugo Monteiro Ferreira.

    Fonte; G1 Bahia

    Crianças e adolecentes Crimes na internet
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