O cantor Natanzinho Lima, que hoje arrasta multidões por onde passa e figura entre os artistas mais requisitados do Brasil, já esteve presente no distrito de Itatiaia, em São José do Jacuípe (BA), em 2024, quando participou do tradicional Arraiá do Seu Barreto.
Na época, o artista, que hoje realiza cerca de 50 shows por mês e é representado pela WS Produções, empresa do cantor Wesley Safadão, recebeu um cachê de pouco mais de R$ 50 mil, segundo informações dos organizadores do evento.

Hoje, com agenda lotada e sucesso consolidado nacionalmente, Natanzinho Lima se tornou um dos nomes mais caros e cobiçados do forró e piseiro. De acordo com prefeitos da região que buscaram a produção do cantor para possíveis contratações em 2025, o valor de um show pode ultrapassar os R$ 500 mil reais.
O contraste mostra como o cenário musical pode mudar rapidamente: um artista que há pouco tempo se apresentava por valores mais acessíveis, agora vive um momento de alta valorização no mercado, refletindo o sucesso nas plataformas digitais, nas rádios e nos grandes palcos do país.
A apresentação em Itatiaia entrou para a história do distrito, sendo lembrada com carinho pelos moradores. Na época, o público se encantou com o estilo despojado de Natanzinho no palco, sua irreverência, o chapéu preto marcante e os jargões que viraram marca registrada do artista, como: “No 12!”, “Eu quero é um pila!”.
Quem esteve presente naquela noite teve o privilégio de acompanhar de perto o talento de um astro ainda em ascensão — antes de alcançar o estouro definitivo e se tornar um dos maiores nomes da música nacional na atualidade.
Redação Fr Notícias


